A MORTE TIRA-NOS A POESIA, A MÚSICA, A ARTE.
QUE BOM SERIA QUE SEMPRE EXISTISSE A POESIA AQUI!
E MAIS NÃO SEI ONDE?
OUVI-LA, DECLAMADA PELOS POETAS, EM CAMINHADA PARA A BELEZA.
IMAGINO-OS À VOLTA DE UMA LINDA ILHA A DECLAMAR OS SEUS POEMAS,
ACOMPANHADOS PELAS FLAUTAS DE BEETHOVEN, MOZART,
A GUITARRA DE CARLOS SANTANA, MARC KNOFFLER, ERIC CLAPTON.
NESTA HISTÓRIA HÁ UMA JUNÇÃO DE MORTOS E VIVOS,
É ASSIM QUE VEJO O FUTURO,O AGORA E O DAQUI A POUCO.
NÃO, NUNCA ME QUERO DESLIGAR DA BELEZA QUE OS HOMENS SÃO CAPAZES DE CONSTRUIR,
NÃO ME POSSO DESLIGAR DO TOQUE DO VIOLINO,
NÃO ME POSSO DELIGAR DO CÂNTICO DOS MONGES,
NÃO ME POSSO DESLIGAR DO CÂNTICO DOS PÁSSAROS,
NÃO, NÃO ME POSSO DESLIGAR,
DESTA ENORME BELEZA E ARTE, QUE É ESTA, A DO MUNDO EM QUE VIVO....
GUGA
27-06-2010
domingo, 27 de junho de 2010
segunda-feira, 21 de junho de 2010
QUALQUER BOCADINHO
Qualquer bocadinho de parede é importante
digo-te:
- A arte cabe nela como uma grávida mulher oleada e espatulada na fúria do artista.
Para haver arte tem que haver sexo:
- Não achas?
Pinta-me à vontade nesse palco sem plateia, só nós, de branco a desaparecer nas cores de chumbo, da realidade.
Não se compram quadros, compra-se assinaturas- dizes «eu concordo»
O artista é lembrado sempre que morre esquecido.Como o amor, na galeria dos teus olhos.Um quadro meio -abstracto, meio-absurdo, meio-coloquial. Não temas o programa desta noite, iremos sofrer sem ter que sofrer.É arte que dói no impulso, espera, aguenta vou-te arrancar da parede, estás paralisada, eu sei...
Ninguém irá saber que fui que te pintei, mas que importa que sejas só uma sombra daquilo que sou, tu és minha, o quadro é meu fui quem inventou, fui eu quem inventou a forma de te ver, azul dentro do azul, filho dentro de mãe, pendurada, compassiva na parede do meu corpo dorido.
Não te preocupes se uma mancha se desfizer, retoco-te amanhã com o brilho da curta ausência que nos une.
A arte é assim, podre e bonita destacada da neblina, do soalho, da tela, onde te deito, exponho-te-me ao mundo os óleos que esprememos no Olimpo da madrugada adentro e assim somos uma pictórica realidade, surgir do fundo superficial dos escombros
fala-me! Diz ao menos que me ouves, FALA, FALA QUE EU NÃO CONSIGO......
Gostaria de ter escrito isto, mas não fui eu
este lindo bocadinho de prosa é lindo de morrer no azul , como dizia o meu Amigo Jerónimo.
Mas quem escreveu isto foi o meu amigo
Flávio Silver
digo-te:
- A arte cabe nela como uma grávida mulher oleada e espatulada na fúria do artista.
Para haver arte tem que haver sexo:
- Não achas?
Pinta-me à vontade nesse palco sem plateia, só nós, de branco a desaparecer nas cores de chumbo, da realidade.
Não se compram quadros, compra-se assinaturas- dizes «eu concordo»
O artista é lembrado sempre que morre esquecido.Como o amor, na galeria dos teus olhos.Um quadro meio -abstracto, meio-absurdo, meio-coloquial. Não temas o programa desta noite, iremos sofrer sem ter que sofrer.É arte que dói no impulso, espera, aguenta vou-te arrancar da parede, estás paralisada, eu sei...
Ninguém irá saber que fui que te pintei, mas que importa que sejas só uma sombra daquilo que sou, tu és minha, o quadro é meu fui quem inventou, fui eu quem inventou a forma de te ver, azul dentro do azul, filho dentro de mãe, pendurada, compassiva na parede do meu corpo dorido.
Não te preocupes se uma mancha se desfizer, retoco-te amanhã com o brilho da curta ausência que nos une.
A arte é assim, podre e bonita destacada da neblina, do soalho, da tela, onde te deito, exponho-te-me ao mundo os óleos que esprememos no Olimpo da madrugada adentro e assim somos uma pictórica realidade, surgir do fundo superficial dos escombros
fala-me! Diz ao menos que me ouves, FALA, FALA QUE EU NÃO CONSIGO......
Gostaria de ter escrito isto, mas não fui eu
este lindo bocadinho de prosa é lindo de morrer no azul , como dizia o meu Amigo Jerónimo.
Mas quem escreveu isto foi o meu amigo
Flávio Silver
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Diário
Não me apetece desenhar letras, por isso não vou desenhar. Não tenho pensamentos para estender, escorrer ou pendurar, por isso não vou pensar.
Não tenho queixas a fazer, também se as tivesse, não teria quem me ouvisse.
Não tenho nada para dizer e tudo para contar, também não vale a pena, já tudo foi contado, nada mais tenho para vos dizer.
A vós que certamente não passais de rotineiros que calcam rotinas, como se fossem penas.
E eu tenho que vos ver calcar penas, como se fossem rotinas.
18-10-07
Faz parte dos meus pensamentos, mas não é dirigido a ninguém.... mas sim ao sistema
Não tenho queixas a fazer, também se as tivesse, não teria quem me ouvisse.
Não tenho nada para dizer e tudo para contar, também não vale a pena, já tudo foi contado, nada mais tenho para vos dizer.
A vós que certamente não passais de rotineiros que calcam rotinas, como se fossem penas.
E eu tenho que vos ver calcar penas, como se fossem rotinas.
18-10-07
Faz parte dos meus pensamentos, mas não é dirigido a ninguém.... mas sim ao sistema
Cópia
Copia-me para o papel, modela-me sem falhares, algum limite do meu rosto. Esboça os contornos do meu nariz, assinala o sorriso esboaçante e aventureiro, que quer estar,mas não no mesmo sítio.
Deixa que o lápis desenhe os contornos do meu corpo, se falhares não te esqueças que estou imprimida em papel vegetal, se tiveres dúvidas e não conseguires desenhar exactamente, pegas na impressão e passas por cima.
Não te esqueças de todos os pormenores e além de tudo, podes acrescentar mais alguma coisa que não existe, não me importo de aceitar mais alguns ensinamentos.
Espero pelo teu desenho.
Augusta Carvalho
Deixa que o lápis desenhe os contornos do meu corpo, se falhares não te esqueças que estou imprimida em papel vegetal, se tiveres dúvidas e não conseguires desenhar exactamente, pegas na impressão e passas por cima.
Não te esqueças de todos os pormenores e além de tudo, podes acrescentar mais alguma coisa que não existe, não me importo de aceitar mais alguns ensinamentos.
Espero pelo teu desenho.
Augusta Carvalho
terça-feira, 8 de junho de 2010
segunda-feira, 7 de junho de 2010

Preciso de fugir para não sei onde.. para o céu, para o monte ou já não sei onde..
enfim estou num país de crápulas, de panelinhas e corruptos, começa pela igreja que me põe doente.. cambada de corruptos, e para ser mais castigada estou sem ocupação a viver numa aldeia com muitas casas, que me põe louca...estou farta e apetece-me gritar aos berros até ficar sem berro....
FODAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA_____________________
sábado, 5 de junho de 2010
quinta-feira, 3 de junho de 2010
é impossível
ESTÁ A TORNAR-SE IMPOSSÍVEL....
AGORA ESTOU COM OS PÉS NO CHÃO
NÃO ANDO A FLUTUAR, SE FLUTUA-SE TINHA QUE USAR UM FATO DE ASTRONAUTA, SEM TER QUE ESTAR EM MARTE, EM JÚPITER, EM TERRA ,OU NO CARALHO....
EU....
AGORA ESTOU COM OS PÉS NO CHÃO
NÃO ANDO A FLUTUAR, SE FLUTUA-SE TINHA QUE USAR UM FATO DE ASTRONAUTA, SEM TER QUE ESTAR EM MARTE, EM JÚPITER, EM TERRA ,OU NO CARALHO....
EU....
AS FORMAS LUSO- SERRA DA ESTRELA .....
Tem a forma de um poema
Chama-se uma pena
Tem a forma da lua
Chama-se aventura
Tem a forma da janela
Segredo à vista! É a Pamela
Tem a forma de uma lágrima
Chama-se uma palavra
Tem a forma de uma nuvem
Chama-se alegria
Tem a forma de liberdade
Chama-se o buzio
E o buzio em forma de segredo
Segredos com forma de sereias......
Chama-se uma pena
Tem a forma da lua
Chama-se aventura
Tem a forma da janela
Segredo à vista! É a Pamela
Tem a forma de uma lágrima
Chama-se uma palavra
Tem a forma de uma nuvem
Chama-se alegria
Tem a forma de liberdade
Chama-se o buzio
E o buzio em forma de segredo
Segredos com forma de sereias......
Poemas acrósticos
A vida nascida e
M orrida nos pés do amor perdido
O amor sofrido e
R oubado para sempre do meu bate bate....
BOTAS/LUZ
Botas mágicas, magicadas!
Brotam luz às manadas.
Fico sôfrega, intoxicada...
Não me deixam descansar.
À noite apago a festa.
Botas travessas, encadeiam o meu quarto.
Choro de Raiva de cansaço.
Que vou fazer com estas botas?
Lanço-as para o céu
Fundem-se nas estrelas
06-06-2006
A Loucura dos números
O zero é um marmelo
O um é um senhor
O dois um grande doutor
O três é um freguês
O quatro é um caralho
O cinco é um travesso
O seis é um grande Bêbado
O sete é um debochado
O oito é um grande drogado
O nove é um grande diabo
O dez é um tirolez.......................
03-06-2010
O um é um senhor
O dois um grande doutor
O três é um freguês
O quatro é um caralho
O cinco é um travesso
O seis é um grande Bêbado
O sete é um debochado
O oito é um grande drogado
O nove é um grande diabo
O dez é um tirolez.......................
03-06-2010
terça-feira, 1 de junho de 2010
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